Resenha: O Pequeno Príncipe

9.5.16 Cuca Literária 8 Comentários




Livro: O Pequeno Príncipe
Autor: Antoine de Saint-Exupéry
Editora: Vozes
Número de Páginas: 96
Ano da edição: 2015

Sinopse: O Pequeno Príncipe é um dos personagens mais famosos e queridos de todos os tempos, que empolga crianças e adultos com ensinamentos inesquecíveis. Sua história deixa marcas pela forma simples de suas mensagens de otimismo, simplicidade e amor ao nosso planeta. À primeira vista, um livro para crianças. Na definição de Antoine de Saint-Exupéry, seu autor, "um livro urgentíssimo para adultos" que resgata a criança que existe em cada um de nós, com encanto, ética e beleza.

Resumo da Obra:

 Antoine de Saint-Exupéry foi um escritor, ilustrador e piloto francês, que ficou internacionalmente conhecido pela sua obra “O Pequeno Príncipe”, que é um clássico da literatura escrito em 1943. Aparentemente, a fábula parece ser destinada ao público infantil, porém, engana-se o leitor que pensa assim. O livro é rico em mensagens e detalhes que conduzem as pessoas que o leem à uma profunda reflexão.

 O próprio autor do livro também é um dos personagens da história. Ele inicia a narrativa descrevendo parte da sua infância, quando o mesmo desenhava alguns rabiscos e era tolamente ignorado pelos adultos, que lhe aconselhavam a deixar de lado os seus desenhos e se dedicar mais à outras tarefas, bem como aos estudos. Após ser desencorajado a aperfeiçoar tal hobby, o autor se dedicou à carreira na aviação. Colecionou vários contatos com diversas pessoas, gostava da profissão que exercia, mas no seu íntimo, nunca esquecera o gosto pelo desenho. 

 Durante uma viagem por terras desertas do Saara, o monomotor que era pilotado pelo autor, apresentou uma pane, obrigando-o a realizar um pouso de emergência. Após tal incidente, tudo transcorreu bem, nada de grave acontecera. Certa manhã, ao acordar, o autor se depara com a figura que cativou várias pessoas ao redor do mundo: O Pequeno Príncipe. Era um menino de baixa estatura, com cabelos da cor do ouro,  e que usava um cachecol vermelho ao redor do pescoço. O menino lhe pede para que desenhe um carneiro, e sem entender o que se passara ali, como aquele pequeno garoto surgiu em meio ao nada, e ainda fez um pedido estranho, o autor resolve mostrar o seu antigo desenho de um elefante dentro de uma jiboia. Para sua surpresa, o menino interpretou corretamente o que aquele desenho significava (pois quando criança esboçou tal feito, nenhum dos adultos conseguira interpretar o que aqueles rabiscos representavam), e continuamente, o garoto lhe pediu para que fosse desenhado um carneiro. 

 Ao passar dos dias, enquanto o autor tenta de forma incansável consertar o seu monomotor, o pequeno príncipe lhe coloca a par da sua longa jornada até cair no planeta Terra. Ele conta sobre seu planeta de origem, que era basicamente composto por três vulcões, sendo um deles extinto, e uma rosa que por conta do seu orgulho, leva o pequeno príncipe a sair em busca do sentido das coisas, e principalmente, da vida.

 Dalí em diante, os dois personagens constroem uma amizade pura. Ao passar da história, o autor descobre que o pequeno príncipe vive no planeta B-612, o que é praticamente um asteroide. Eles conversam sobre temas como a amizade, o orgulho, o amor, a lealdade e a busca de si mesmo.

 O livro tem um desfecho comovente, e a lição que o mesmo deixa, com certeza ficará guardada por muito tempo na memória daqueles que ousarem ler o seu conteúdo.


Minha opinião:

 Apesar desse livro ser um grande clássico da literatura, devo confessar que o mesmo nunca tinha entrado na minha lista de leituras antes. Não sei ao certo o real motivo, se foi por falta de incentivo para conhecê-lo, preguiça de comprar, capa que a princípio não me seduziu, ou qualquer outro fator, só sei que após ter embarcado na leitura do mesmo, mudei completamente minha visão sobre a obra. A Editora Vozes, que é parceira do nosso blog, foi quem me enviou esse livro, e vários aspectos me atraíram quando o recebi. Primeiro: a edição de bolso me permitiu carregar o livro até em pequenas pastas para alguns lugares que eu saia e não levava bolsa; segundo: as aquarelas do autor e a qualidade da edição, bem elaboradas; e terceiro, mas não menos importante: o preço. Sim, por uma simbólica quantia de R$ 9,90, você pode adquirir essa obra no site da editora, que estará disponível no final dessa postagem. 

 Enfim, só tenho boas considerações a respeito da história do Pequeno Príncipe, pois como disse logo no início da resenha, é uma obra que cativa toda e qualquer faixa etária que se deixe envolver pela leitura fascinante do mesmo. Eu conhecia por alto algumas frases e trechos desse livro, e me encantava apenas com isso, mas quando conheci o real conteúdo do mesmo, compreendi ainda mais o que cada mensagem e citação significavam. A leitura fluiu muito bem, através das poucas e lindas páginas, obtive grandes ensinamentos sobre diversos temas, e acredito que dentre um dos principais, foi sobre o real significado do amor, e para concluir, deixo aqui uma frase do livro que me marcou bastante:

"O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem."


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8 comentários:

  1. Eu li O Pequeno Príncipe tb há pouco tempo. Achava que era um livro infantil, mero engano. É uma história incrível, que por detrás de todo aquele universo, carrega verdades complexas, mostradas de forma simples. Agora virei fã, já vi o filme, desenho... tudo o que tiver.

    https://atraentemente.blogspot.com.br

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    1. É aquele velho ditado: não devemos julgar um livro pela capa.

      Obrigada pelo seu comentário.

      Abraços!

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  2. Esse livro é puro amor! <3 Estou sempre relendo ele e sempre consigo extrair algo novo... Simplesmente fantástico!

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  3. Acabei de ler o livro é estou emocionada pela mensagem q e ele nos deixa, pois esquecemos de apreciar as coisas ao nosso redor, em uma eterna busca pelo novo que nos consome a alma.Logo, perderemos a inocência da criança interior q cada um de nós temos, q é ver preciosidade nas pequenas coisas ao nosso redor. Temos q puxar o freio da nossa vida é começar a apreciar o q temos e assim sentiremos uma imensa alegria.

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  4. Leio sempre quando esqueço que fui criança um dia.
    Leiam se esquecerem também!

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  5. Leio sempre para não esquecer que um dia já fui criança.
    Leiam se esquecerem também!

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